Ministério da Cultura Brasil
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 RSS Cultura em Movimento Fale com o Ministério

Políticas, Programas e Ações

  1. Sistema Nacional de Cultura

    Entes federados, sociedade civil e a construção de uma política pública de cultura.


  2. Tags e a gentenomia

    Classificação cooperativa e identidade digital


  3. Gil no acampamento da juventude do FSM 2005

    Lawrence Lessig estava lá, e viu


  4. No ritmo da máquina do Gil

    Pioneirismo digital brasileiro está na rede


  5. Gerenciamento digital de direitos (DRM*) – ESQUEÇAM!, por Cory Doctorow

    Esta palestra foi originalmente proferida para o Grupo de Pesquisa da Microsoft (Microsoft’s Research Group) e outras partes interessadas (internas à companhia) no seu escritório em Redmond em 17 de Junho de 2004.


  6. Lessig, Maddog e Gilberto Gil no 5 FISL

    Está lançada a "Reforma Agrária da Propriedade Intelectual"


  7. Sem Tesão, não há Inclusão

    O foco da questão não é tecnologia. O plano é incentivar a apropriação das novas ferramentas de produção de conteúdos digitais (áudio, vídeo + internet) pelos coletivos organizados em localidades com alto índice de exclusão social.


  8. O mito da interferência no espectro de rádio, por David Weinberger

    David Redd, arquiteto da Internet, explica como a má ciência criou a indústria televisiva


  9. A Catedral e o Bazar, por Eric S. Raymond

    Eu analiso um projeto bem sucedido de código livre, o fetchmail, que foi executado como um teste deliberado de algumas teorias surpreendentes sobre a tecnologia de programação sugerida pela história do Linux. Eu discuto estas teorias nos termos de dois estilos fundamentais diferentes de desenvolvimento, o modelo “catedral” da maior parte do mundo comercial contra o modelo “bazar” do mundo do Linux. Eu mostro que estes modelos derivam de suposições opostas sobre a natureza da tarefa de depurar o software. Eu faço então um argumento sustentado na experiência do Linux para a proposição que “Dados bastante olhos, todos os erros são triviais”, sugiro analogias produtivas com outros sistemas auto-corrigíveis de agentes egoístas, e concluo com alguma exploração das implicações desta introspecção para o futuro do software.