Ministério da Cultura Brasil

Circuito no Rio faz reflexão sobre as perspectivas para a Ação Interações Estéticas

Mesa de Abertura: Tadeu di Pietro, TT Catalão, Sergio Mamberti, Adair Rocha e Juana Nunes.

A etapa Rio de Janeiro do Circuito Interações Estéticas, última de 2010, coroa as conquistas ao longo de dois anos de editais e seis meses de circulação dos projetos por quatro capitais brasileiras. No entanto, o diretor do Centro de Programas Integrados (Cepin) da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Tadeu di Pietro, ressaltou, durante a abertura do evento, o grande desafio que a Ação Interações Estéticas tem pela frente.

“Temos a grande missão de fazer com que o resultado desses editais circule mais pelo Brasil, que o brasileiro tenha a oportunidade de conhecer a produção de cultura do seu país. Para que possamos sonhar mais do que sonhamos, fazer mais do que fazemos”, disse ele, dirigindo-se à plateia que lotou o Salão Portinari, no Palácio Gustavo Capanema, Centro do Rio.

O presidente da Funarte, Sergio Mamberti, lembrou do resultado promissor que as edições do Prêmio Interações Estéticas tiveram, o que fez com que fosse aprovada a proposta do Circuito. “As experiências entre Pontos de Cultura e artistas ligados a várias linguagens artísticas são únicas, e o ministro nos brindou com a possibilidade de mostras essas iniciativas no Brasil e fora, como foi na Inglaterra e na Holanda”.
Vida própria

O secretário de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (MinC), TT Catalão, enfatizou que, daqui para frente, o Interações Estéticas segue vida própria. “Fecha-se um ciclo com o Circuito aqui no Rio. Essa ‘revolução’ não tem mais dono e vejo grandes possibilidades para o projeto”, disse. Tadeu di Pietro acrescentou que também já existe o interesse dos governos da França e Itália de conhecerem o Interações Estéticas que, no formato de Circuito, desde setembro já passou por São Paulo, Recife, Belo Horizonte, além da capital fluminense.

Segundo o chefe da Regional do MinC para o Rio de Janeiro e Espírito Santo, Adair Rocha, a política pública deve ser feita a partir da construção de um espaço democrático, pelas mãos da população – o que é um pressuposto do Programa Cultura Viva. “O fechamento do Circuito Interações Estéticas no Rio é de grande importância para a cidade, já que acontece o que podemos chamar de ‘reintegração de posse’ dos espaços urbanos –, dando uma nova dimensão para a territorialidade”, destacou.


Ministério da Cultura
Secretaria de Cidadania Cultural (SCC)
SCRS 502 Sul, Lotes 8 a 12, Bloco B,
Brasília-DF CEP: 70330-520