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Carta do Rio traçará o futuro da Ação Interações Estéticas

Ao longo da tarde do dia 15 de dezembro, no salão Portinari do Palácio Gustavo Capanema, a plenária, conduzida por Carla Dozzi e Dan Baron, colheu sugestões de artistas residentes, Pontos de Cultura e gestores públicos para fortalecer a Ação Interações Estéticas. O objetivo será a elaboração da Carta do Rio, com intenções para o aprimoramento do projeto. Entre os temas debatidos por todos os participantes, estão a sustentablidade e gestão, comunicação e os Pontões de Interações Estéticas, que devem ser pensados também como articuladores políticos da rede.

A produção cultural brasileira ressignificada pelas mãos do povo, a partir de um trabalho de interação e circulação da arte pelo país. Assim definiu, como o grande objetivo do Circuito Interações Estéticas, a coordenadora do Prêmio Interações Estéticas, Juana Nunes, no fechamento da plenária do Seminário Interações Estéticas, durante a etapa Rio do Circuito. “Este é um movimento generoso com a cultura brasileira. Queremos um movimento de experimentação artística e teórica, pensando a cultura como algo estratégico”, destacou ela, que também é coordenadora-geral de mobilização e articulação em rede da Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura.

O coordenador artístico do Circuito Interações Estéticas, Alexandre Santini, lembrou que o próximo passo será a sistematização da Carta do Rio e agregar Pontos e artistas que ainda estejam fora da Rede Interações Estéticas. “Uma das apostas é pensar a dimensão política da arte, para que haja mais espaços para isso. Seria importante pensar o Interações Estéticas como um movimento artístico, parte da refundação e reinterpretação do Brasil”, disse.


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